ALBUM REVIEW: My Voice (Taeyeon)

Oie, Gabriel aqui. Primeiramente me desculpo pela falta de cuidado que tenho tido com o blog nas últimas semanas. Às vezes o desânimo bate forte e a gente pensa se vale a pena continuar com o Normal Demais… mas sempre acabamos voltando. Escrever sobre alguma bobagem qualquer é algo que eu adoro fazer. As últimas semanas também foram bem corridas aqui no blog. Mudamos de layout, estamos repaginando nossas redes sociais, nosso line-up cresceu (bem vinda, Paula! ^^) e estamos pensando em novos conteúdos. Bem, é isso. Eu só precisava falar um pouco com vocês sobre isso já que essa bagaça é bem importante pra mim e eu realmente me importo com ela. Bem, vamos ao que realmente interessa: Kim Taeyeon.

Não é novidade nenhuma pra quem acompanha o blog que eu sou SONE. Vocês também sabem que minha eterna ultimate é Jessica Jung. Tenho um enorme carinho pela Ice Princess e ela ocupa desde 2012 o posto oficial de minha idol favorita por diversos motivos. Mas se Jessica não fosse tão especial para mim como é, tenho certeza que minha bias do SNSD e ultimate seria Taeyeon. Eu me identifico muito com Tae e tenho muito amor pela líder soshi. Além disso, não podemos negar que sua voz é uma das melhores do kpop – talvez até a melhor.

No meio desse mês Teião lançou a classuda I Got Love. As opiniões gerais ficaram divididas mas eu realmente gostei do lançamento. Era um novo lado de Teião que estava sendo explorado e um pré-release do primeiro LP solo dela. Nos últimos dias a SM começou a lançar uma série de pequenos teasers mais intimistas e hoje foi lançado o MV do single Fine e o primeiro full album solo de Taeyeon, My Voice. Eu não consegui esperar e estou ouvindo o álbum agora de madrugada para fazer um review menos “planejado” pra vocês. Vai ser um review pautado nas minhas primeiras impressões e eu quero passar um pouquinho das minhas emoções de fã enquanto escuto My Voice.

Você já ouviu a palavra de Teião hoje?

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“Santa Clarita Diet” é divertida, sangrenta e violentamente criativa

Sheila Hammond vive com seu marido Joel e a filha Abby na tranquila cidade de Santa Clarita, Califórnia. Ambos corretores de imóveis, Sheila e Joel são um casal perfeitamente normal e levam uma vida calma, convencional e tediosa. Eles nunca assumem riscos ou mudam sua rotina.

Tudo segue normal na vida deles até o dia em que Sheila subitamente tem um enorme e repentino ataque de vômito e expele seu coração. Ela perde o pulso, o sangue engrossa e apodrece e ela não sente mais dor. Sheila morreu, mas de certo modo continua viva.

Porém a vida de morta-viva não é como a mostrada nos filmes de terror. Sheila é renovada. Ela fica mais autoconfiante, mais forte, mais impulsiva e mais ousada. Ela se torna mais animada, otimista e comunicativa. Ninguém além da família sabe de sua morte e tudo está ótimo… tirando o fato de que agora ela precisa comer carne humana para sobreviver.

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