Resenha: Despertar (Amanda Hocking)

Gemma tem 16 anos e vive na pequena cidade litorânea de Capri. Ela é uma excelente nadadora, é apaixonada pelo mar e sonha em poder competir um dia nas Olimpíadas. A vida dela é muito comum: está namorando seu amigo de infância; tem um pai ausente, uma irmã superprotetora e amigos que amam. Gemma sabe que é feliz. Pelo menos era antes de conhecer PennLexi Thea.

O trio surgiu repentinamente em Capri como turistas. Donas de uma beleza sobrenatural e incontestável, elas carregam consigo uma forte aura de mistério, tensão e perigo. As garotas demonstram um grande e estranho interesse por Gemma e em tê-la no seu grupo.

Coincidentemente, a partir do momento em que as três garotas chegaram a Capri pessoas começaram a aparecer mortas de maneiras grotescas, como se tivessem sido devoradas. Tais corpos costumam aparecer próximos à praia. Teriam Penn, Lexi e Thea alguma ligação com as macabras aparições? E porque estão tão interessadas em Gemma?

Venha, viajante fatigado, eu o levarei através das ondas. Não se preocupe, pobre viajante, pois a minha voz é o caminho.

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Resenha: Desventuras em Série (2017)

Me ouça com atenção: não leia esse post. Posso lhe garantir que temos muitas outras coisas bonitas e alegres para se ver, mas nesse post em especial você só verá tristezas, tragédias e desventuras em série. Ouso lhe dizer, querido leitor, que a probabilidade de você sair triste daqui é grande. Talvez você nem sequer consiga esquecer as terríveis aventuras que viverá juntamente com os Baudelaire.

Vá ver algo feliz, algo que o deixe com o coração quentinho e confortável. Se caso decidir continuar está avisado de que só encontrará horrores. Muitos e muitos horrores.

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Resenha: A Bela e a Fera (2014)

Em 1980 um comerciante vai à falência devido ao naufrágio de seu navio. Ele se vê forçado se mudar para o campo junto com seus três filhos e três filhas, pois eles não têm dinheiro suficiente para se manter na cidade. De toda a família, a única pessoa que apoia o pai e se esforça para ajudá-lo é Bela, a filha mais jovem.

Quando surge a esperança de recuperar parte de sua fortuna, o comerciante parte em uma viagem e pergunta a cada uma de suas filhas o que desejam que ele traga da viagem. As duas mais velhas, egoístas e vaidosas, pedem presentes caros. Já Bela percebe que, mesmo que seu pai recupere as mercadorias do navio naufragado, não terão tanto dinheiro assim como o resto da família pensa. Assim, ela pede apenas uma rosa.

A viagem acaba se revelando inútil e o retorno difícil pelo mau tempo. Então, perdido no meio da floresta cheia de neve, o comerciante encontra um castelo magnífico. Ao entrar nele, ele vê que foram colocados, aparentemente de propósito, comida abundante e todos os presentes caros de suas filhas. Ao retornar, ele se lembra do pedido de Bela e corta uma única rosa das milhares que o rodeiam. Não poderia ter feito algo pior.

Uma enorme e bestial Fera surge, acusando-o de trair sua boa vontade e hospitalidade ao cortar uma de suas preciosas rosas. A pena para a infração é a morte. O comerciante consegue um tempo para que possa se despedir da família. No entanto, ele não contava com o que fosse acontecer. Para salvar a vida do amado pai, vida que foi colocada em risco pelo seu pedido, Bela decide morrer no lugar dele.

A Fera não mata Bela, mas permite que ela viva com ele. E lá ela encontra luxos inimagináveis, magia ancestral e uma triste história que envolve a vida da Fera, do castelo e da própria maldição. Assim, a repulsa que Bela sente pela Fera vai, aos poucos, se transformando em algo maior.

Vocês obviamente conhecem a história que eu contei acima. É a famosíssima A Bela e a Fera, que começou com contos de fadas muito antigos e se popularizou com o filme da Disney.

La Belle et la Bête é um remake francês de “A Bela e Fera” lançado em 2014, trazendo os astros Léa SeydouxVincent Cassel nos papeis do casal principal. Quer saber a minha opinião sobre essa adaptação de uma das minhas histórias preferidas? Então vamos lá.

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